03 de setembro de 2021 às 17h07m
Ceará está definindo início da aplicação da 3ª dose contra Covid em idosos

Governador Camilo Santana disse nesta sexta-feira, 3, que Estado está trabalhando em prazo para início da imunização de reforço na população idosa

Reforçando a necessidade da imunização para evitar óbitos pela Covid-19, o governador Camilo Santana (PT) informou que o Estado está definindo calendário para aplicação da 3ª dose vacina contra o vírus nos idosos. "Estamos trabalhando agora o prazo em que nós vamos iniciar uma terceira dose, de reforço, na população mais idosa no Estado do Ceará", afirmou durante transmissão para anúncio do novo decreto estadual.

Ele fez novamente um apelo aos que ainda não se vacinaram, lembrando o caso da primeira vítima da variante Delta no Estado. Um homem de 45 anos que tinha obesidade e não havia sido vacinado contra o vírus. 

"Você que ainda não se vacinou, procure se vacinar. Lembre-se do exemplo dessa semana de uma pessoa que morreu no Ceará, o primeiro caso pela variante Delta, e que poderia ter sobrevivido se tivesse se vacinado. Morreu porque não tinha tomado a vacina. A vacina, não que evite de ter a Covid-19, mas diminui muito as consequências, a gravidade da doença", alertou o governador.

O Ceará já confirmou oficialmente 96 casos dessa cepa. Desse total, apenas 28 (29%) foram vacinados com pelo menos uma dose, e 16 completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, conforme a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Ou seja, 71% dos infectados com essa mutação não foram vacinados contra a infecção. 

Cenário no Ceará

Segundo Camilo, a demanda assistencial, o número de casos e a transmissão seguem em baixa. O secretário da Saúde Marcos Gadelha disse que o conjunto de dados dá otimismo grande no combate à pandemia. Porém, há preocupação em função da variante Delta.

Ele destacou que há entre 4% e 5% de exames positivos de Covid-19 no Estado. No pico da pandemia, a situação chegou a cerca de 70%. Salientou também a queda do número de casos e mortes. Ele reforçou apelo por vacinação e disse que não há estratégia mais eficaz.


Fonte: O Povo

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