15 de maio de 2021 às 20h12m
ICÓ - Laís Nunes discute lançamento do projeto Pacto Pela Vida em reunião virtual

A prefeita de Icó, Laís Nunes, coordenou neste sábado (15) do seu gabinete no Palácio da Alforria, reunião remota para discutir o lançamento da ação "Pacto pela Vida" na próxima segunda-feira (17) diante da gravidade da pandemia no município.

Laís Nunes ouviu dos diretores do Hospital Regional, do Hospital de Pronto Atendimento e dos demais profissionais de saúde do município as estatísticas e ações que estão sendo adotadas para o enfrentamento ao Covid-19. 
"Estamos no limite. Todos os leitos lotados e os índices altíssimos de novos infectados sem que a população, mesmo após um ano da pandemia, tome conta de suas responsabilidades quanto a não aglomerar e ações básicas de prevenção", explicou a gestora do Município. 
Pronunciamento 
A prefeita Laís Nunes estará na próxima segunda-feira (17), ao vivo, na rádio Papagaio-FM(97.5), juntamente com o secretário de saúde, Dr. Marcos Barreto, e o procurador-geral, Dr. Fagundes Lourenço, para realizar lançamento do projeto Pacto Pela Vida, com ações mais rígidas em todo município para conter a onda crescente de infectados e pacientes internados em estado grave. 
"Mesmo após um ano, infelizmente, um número expressivo de pessoas não respeita as normas sanitárias e nem os Decretos dos Govenro do Estado e do Município. Não vamos neste momento decretar 'lockdown', porém, medidas urgentes e eficazes serão adotadas a partir de segunda-feira. Quem não obedecer, será penalizado com multas mais altas, cassação de alvarás e fechamento de comércios", disse Laís Nunes. 
As Polícias militar e Civil, GCM e COTRAN estarão nas ruas com mais fiscalização para o cumprimento de horários dos decretos e das normas sanitárias.
 
"Temos um convênio com cartórios para em parceria adotarmos providências legais, como negativar os nomes dos multados, por exemplo. Iremos também executar judicialmente os valores aplicados. As pessoas físicas e jurídicas que não cumprirem terão agora graves consequências cíveis e penais", advertiu o procurador-geral, Dr. Fagundes Lourenço.

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