14 de janeiro de 2021 às 06h44m
Suplentes jovens assumem vagas de titulares na CMFor

O advogado e professor universitário Pedro Matos (Pros) foi empossado, nesta terça-feira (13), vereador na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor).

Ele, que teve 5.139 votos nas eleições de 2020, será um dos novatos que vão compor a nova e amplificada bancada de oposição na casa, que começa a atuar em fevereiro, quando termina o recesso parlamentar.


Pedro Matos assume a cadeira de Sargento Reginauro (Pros), que solicitou afastamento por motivos de saúde. Reginauro está se tratando contra o câncer e recentemente se internou para iniciar fase final do processo de tratamento. “Internação autorizada, acesso central pronto: que comecem os jogos! Vamo que vamo com muita fé e esperança”, publicou recentemente em rede social.
Com 28 anos, o novo vereador é um dos nomes que representa um certo rejuvenescimento da Câmara – assim como Carmelo Neto (Republicanos), também do grupo da oposição, com apenas 18 anos. Ele elenca como bandeiras suas para o mandato o empreendedorismo, educação e inclusão social como ferramenta de transformação da sociedade. “Vamos trabalhar por uma cidade educada e empreendedora, além de seguir os trabalhos sociais que já vinha desenvolvendo nas periferias e reforçar projetos que assistam pessoas com deficiência, que também foi uma das minhas principais bandeiras de campanha”, ressalta.


Não se trata, porém, da única ocorrência do tipo. Na última semana, Pedro França, primeiro suplente do partido Cidadania, assumiu a cadeira do vereador Michel Lins na casa, com este deixando o cargo para assumir a Secretaria Regional III na gestão de Sarto Nogueira (PDT). Ele, que tem 24 anos, é neto de Socorro França, secretária estadual de Proteção Social, Justiça, Mulheres e Direitos Humanos, e elenca como principais bandeiras suas o empreendedorismo, a desburocratização, a educação e o desenvolvimento humano.


“Quero fazer um mandato aberto, um mandato do povo com a participação de todos. Um mandato presente nas comunidades, vivendo a vida das pessoas para poder saber o que cada um enfrenta , pois não adianta querer resolver o problema dos outros se a gente não tem a vivência e experiência necessária para saber os problemas que cada um enfrenta”, diz ele.


Fonte: O Estado

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