11 de janeiro de 2021 às 15h10m
Saúde: ressonância magnética é o principal exame para diagnosticar doenças graves

Diagnosticar rapidamente uma doença e com o máximo de precisão é um fator determinante no processo de cura sem sequelas graves para o paciente, como é o caso de algumas doenças como derrames e algumas formas de cânceres.

Um dos métodos que proporciona um diagnóstico de imagem mais preciso e indolor é a Ressonância Magnética (RM).
A RM é um exame médico que fornece imagens de alta definição, em 2D e 3D, da maioria dos órgãos internos do corpo humano como: cabeça, pescoço, tórax, abdome e membros superiores e inferiores. Ele é usado para diagnosticar doenças cardíacas, abdominais, pélvicas, cervicais, neurológicas e ortopédicas.


Conhecido por ser um dos métodos mais avançados criados no século 21, além de indolor, ele ainda não utiliza radiação e por isso não oferece nenhum risco aos pacientes. Isso porque o exame de RM cria um contraste entre as diferentes propriedades de tecidos ósseos, musculares e tumorais que podem ser avaliados devido a variação da quantidade da água e do fluxo sanguíneo do corpo.
O tempo de duração do exame depende da região a ser analisada, normalmente ele leva de 20 a 40 minutos, podendo durar até 2 horas no caso de pacientes que precisam analisar mais de uma região. Nos últimos anos essa tecnologia tem sido aperfeiçoada e novos equipamentos têm chegado ao mercado.


Um dos aparelhos mais modernos é o Compressed Sense, que pode reduzir em cerca de 50% o tempo de duração do diagnóstico. Além disso, o aparelho tem um tamanho menor que proporciona uma maior comodidade e conforto ao paciente. Em Fortaleza, o Emilio Ribas Medicina Diagnóstica possui o equipamento.


Para a realização do exame, são necessárias algumas recomendações como: retirar todos os itens metálicos, o paciente precisa permanecer imóvel dentro do aparelho para que as imagens saiam com o máximo de precisão, dentre outros.

Que doenças a Ressonância Magnética pode ajudar a identificar:

• AVC (Acidente Vascular Cerebral);
• Aneurismas e estenoses;
• Abscessos, nódulos, cistos e massas;
• Esclerose Múltipla;
• Hemorragias no Cérebro;
• Epilepsia;
• Doença de Alzheimer;
• Toxoplasmose;
• Meningite;
• Traumatismo Craniano;
• Neurofibromatose;
• Edema Cerebral;
• Tumores benignos e malignos nos órgãos;
• Tendinites;
• Inflamações ou infecções nos nervos
e articulações;
• Ligamentos rompidos;
• Analisar problemas
na coluna;
• Doenças Degenerativas;
• Derrames em
estágio inicial.


Fonte: O Estado

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