16 de outubro de 2020 às 13h05m
Oftalmologista lista cinco dicas para reduzir o cansaço visual e prevenir o surgimento de doenças oculares

A crescente demanda de utilização das tecnologias durante a pandemia da COVID-19 resultou em rotinas intensas e, consequentemente, em queixas como sensação de corpo estranho, fotofobia, intolerância à luz e olhos vermelhos.

“Além de casos como disfunções de visão devido ao uso do computador, tablets e smartphones”, aponta o oftalmologista e membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Giuliano Veras.

Ainda segundo o oftalmologista, qualquer pessoa que passa pelo menos duas horas por dia em um computador corre o risco de diminuir a frequência de piscar, o que provoca olhos secos e doloridos. “Nossa visão não foi criada para ficar frente a uma tela de computador durante muitas horas. Os monitores são compostos por pixels, nos quais o olho não consegue foco, resultando em tensão da musculatura ocular”.

Mesmo com a desaceleração no número de infectados e a liberação de diversos setores econômicos, uma pesquisa de Gestão de Pessoas na Crise de COVID-19, conduzida pela Fundação Instituto de Administração (FIA), revelou que 30% das empresas pretendem continuar no home office.

O oftalmologista lista cinco medidas que podem reduzir o cansaço visual e prevenir o surgimento de doenças oculares. São elas:

  1. Evitar ventiladores ou ar condicionado direto sobre o rosto;
  2. Trabalhar em um ambiente com iluminação adequada;
  3. Ficar uma distância de 50 a 60cm do monitor, um pouco abaixo da linha dos olhos, forçando as pálpebras superiores a diminuir a área de exposição;
  4. Piscar os olhos: O número normal de piscadas de um indivíduo está entre 15 a 20 piscadas por minuto, mas quando se está diante da tela do computador, essa frequência pode baixar para até 5 vezes;
  5. Fazer pausas de 10 minutos a cada hora trabalhada, para relaxar e voltar a piscar normalmente;

Para mais informações, sugerimos entrevista com o oftalmologista e membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Giuliano Veras.


Fonte: O Estado

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