13 de outubro de 2020 às 06h46m
Pesquisa: Wagner tem 35%, Luizianne 15% e Sarto 10%

Foi divulgada ontem (12) pesquisa do Paraná Pesquisas sobre a eleição municipal de Fortaleza, apontando, na avaliação estimulada, que 35% (pouco mais de um terço do eleitorado) tem intenção de votar em Capitão Wagner (Pros), enquanto Luizianne Lins (PT) aparece em segundo lugar, com 14,9%, e Sarto (PDT) surge logo em seguida, com 10,1% das intenções de voto.

Foi divulgada ontem (12) pesquisa do Paraná Pesquisas sobre a eleição municipal de Fortaleza, apontando, na avaliação estimulada, que 35% (pouco mais de um terço do eleitorado) tem intenção de votar em Capitão Wagner (Pros), enquanto Luizianne Lins (PT) aparece em segundo lugar, com 14,9%, e Sarto (PDT) surge logo em seguida, com 10,1% das intenções de voto. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código CE-07388/2020.


O cenário apontado pela pesquisa, do candidato do Pros no segundo turno enquanto Luizianne e Sarto batalham pela outra vaga, aponta ainda que Heitor Férrer (SD) aparece a pouca distância do postulante do PDT, com 7,3%, seguido por Renato Roseno (Psol), com 4,7%; Célio Studart (PV), com 4,5%; Heitor Freire (PSL), com 2,2%; Anizio (PCdoB), com 0,5%; Samuel Braga (Patriota), com 0,5%; Paula Colares (UP), com 0,4%; e José Loureto (PCO), com 0,3%.


Na pesquisa espontânea – isto é, aquela em que o entrevistador pergunta apenas em quem a pessoa vai votar, sem listar os nomes dos candidatos –, a ordem em que os postulantes aparecem é a mesma, mas com Wagner liderando com 12,8%, Luizianne em seguida com 5,7% e Sarto com 4,6%. Os demais não passam dos dois pontos percentuais: Heitor Férrer (SD), com 2%; Renato Roseno (Psol), com 1,4%; Célio Studart (PV), com 0,9%; e Heitor Freire (PSL) com 0,8%.


A única pesquisa que já tinha sido divulgada para a eleição deste ano, em Fortaleza, era a da empresa Zaytec Brasil, encomendada pelo PT e divulgada no dia 25 do último mês, quando ainda não havia começado o período da campanha. Naquele estudo também se constatava a dianteira de Capitão Wagner, com 34,3% – em patamar muito próximo da pesquisa divulgada esta segunda –, com as principais diferenças sendo observadas nos números de Luizianne e Sarto: Luizianne aparecia com 25,2% de intenção de voto, enquanto o candidato governista com 4,3%. Heitor Férrer (SD), por sua vez, surgia com 5,8%, despontando em terceiro lugar (enquanto na mais recente aparece em quarto). Deve-se destacar, no entanto, que pesquisas diferentes trabalham com metodologias diversas, de modo que não se pode inferir com certeza um movimento de crescimento ou decréscimo de candidaturas entre uma e outra.


O estudo da Paraná Pesquisas é apenas o primeiro de uma semana de estudos que serão divulgados sobre a disputa eleitoral na capital cearense, com a próxima sendo a do Ibope, marcada para ser divulgada amanhã (14), outra sendo a do Instituto Brasil de Pesquisas de Mercado e Opinião Pública (IBPI), com divulgação na quinta-feira (15), e ainda uma realizada pelo Datafolha, fechando a semana. A tendência é de que, com a divulgação das pesquisas e o início do programa eleitoral, a campanha entre em uma nova fase, com a postura de candidatos podendo mudar a partir do novo cenário.


Nenhum


Na pesquisa espontânea chama a atenção a proporção de eleitores que não chegaram a dizer qualquer nome como resposta: 58,8% disseram que ainda não sabem e outros 11,4% disseram que não pretendem votar em ninguém. Juntos, os dois números ultrapassam os 70%, indicando que pelo menos sete a cada dez fortalezenses hoje não têm candidato para a disputa eleitoral do mês que vem.
Isso, como é de costume, tende a se reverter em algum nível ao longo do período eleitoral, à medida que a população for se familiarizando com o clima da disputa e as candidaturas passarem a se tornar mais conhecidas. No entanto, tem peso também o impacto da pandemia da covid-19, fazendo com que uma proporção maior de eleitores fiquem afastados das ruas (e portanto menos em contato com as candidaturas, que também em algum nível têm que fazer eventos em menor escala) e o tempo reduzido de campanha, de aproximadamente um mês e meio, diferente de como se fazia alguns anos atrás, quando o período eleitoral chegava a durar três meses.


Fonte: O Estado

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