15 de outubro de 2019 às 06h35m
Conheça mais sobre a mamografia, exame que pode prevenir o câncer de mama

O Outubro Rosa é um mês para a conscientização sobre a doença, que representa quase 25% dos cânceres que afetam a saúde feminina

A mamografia é a análise feita por imagem que pode detectar tumores malignos, responsáveis pelo câncer de mama. O exame é incentivado como um dos três pilares da campanha do Outubro Rosa deste ano, incluindo a prevenção primária e a detecção precoce do câncer de mama.

A doença acontece quando as células mamárias se multiplicam de forma anormal e descontrolada, formando os edemas. Os principais sintomas são:

Nódulo irregular, fixo e geralmente indolor nos seios;

pele da mama avermelhada, retraída ou com aspecto de “casca de laranja”;

alterações no mamilo;

saída de líquido anormal das mamas;

dor;

nódulos na axila e pescoço.

Ao identificar ou suspeitar da doença, é preciso buscar fazer o exame de imagem o mais rápido possível.

 

Andrea Cubero, mastologista da rede de hospitais São Camilo, indica que “Hábitos saudáveis, como atividade física regular, controle do peso corporal, alimentação equilibrada, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e, no caso de mulheres com filhos, a amamentação são algumas medidas que podem contribuir para a prevenção do câncer de mama”

Luiz Porto, mastologista e membro do Comitê de Controle do Câncer no Ceará, a mamografia deve ser feita a cada dois anos, principalmente, em mulheres acima dos 50 anos. Ele afirma que a prevenção ajuda no diagnóstico precoce da doença e aumenta as chances de tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é a segundo tipo de câncer mais comum entre mulheres no mundo, sendo 25% o percentual de novos casos todos os anos, e 29% no Brasil. O instituto também informa que foram estimados 59.700 novos casos da enfermidade em 2019.

O Inca também indica que a doença também pode acontecer em homens, sendo cerca de 1% dos casos.

O autoexame mamário foi incentivado por diversos países a partir da década de 1990, quando ensaios clínicos dos Estados Unidos mostraram que o auto diagnóstico feito em um estado avançado não reduziu a mortalidade pelo câncer de mama.

De acordo com a Secretaria de Saúde, até julho deste ano, o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), registrou 453 óbitos em todo o Estado.


Fonte: O Povo

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