13 de agosto de 2019 às 14h34m
Comissão da Infância visita Unidades de Acolhimento em Fortaleza

A Comissão da Infância e Adolescência da Assembleia Legislativa, presidida pela deputada Érika Amorim (PSD), visitou, nesta manhã (13/08), as Unidades de Acolhimento para Crianças e Adolescentes I e II, localizadas na Regional VI, em Fortaleza.


Na primeira, na Cidade dos Funcionários, Érika e sua comitiva, formada por assessores, técnicos e secretários da Comissão, foram recebidos pelo psicólogo Davi Brito Chang. No local, vivem 22 meninos em situação de vulnerabilidade social.
 
"Lá, nos foram passadas informações técnicas e as principais demandas da entidade. Davi ressaltou, por exemplo, a boa relação com a rede setorial de assistência às crianças. Segundo ele, a principal demanda são as equipes reduzidas, contudo novos profissionais serão convocados em breve", relatou a deputada.
 
A segunda entidade visitada fica no Parque Manibura. Lá, a diretora Estephanie Pereira de Carvalho recepcionou a equipe. Na Unidade de Acolhimento II, vivem 20 meninas e um menino. "Estamos formulando um mapa das crianças acolhidas. Dentro do relatório, que está sendo feito pela comissão, vamos traçar  o perfil e fazer o panorama da situação desse público nos abrigos", afirma Érika Amorim.
 
Unidades de Acolhimento
As unidades de abrigo da Prefeitura de Fortaleza oferecem às crianças e adolescentes um ambiente agradável, educativo e seguro, para o resgate dos valores básicos da convivência familiar, concentrando esforços para a reconstituição do vínculo familiar. 
 
Para acompanhar as crianças e adolescentes, o equipamento disponibiliza de equipe multiprofissional, incluindo psicólogo, assistente social e educadores. 
 
Agenda da Comissão
As próximas visitas acontecerão no dia 27 de agosto. Ao final do ciclo, a Comissão irá elaborar um relatório que deve subsidiar os trabalhos no que diz respeito às ações de fortalecimento e melhorias para essas instituições, bem como permitir a proposição de matérias que atendam as demandas identificadas.
 
Em função da particularidade e garantia do sigilo de algumas entidades, em especial as que lidam com crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual e vítimas ameaçadas, não serão divulgadas as próximas instituições a serem visitadas.
 

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