29 de maio de 2020 às hm
ARTIGO MOSTRA QUE PODEMOS FAZER MAIS CONTRA A PANDEMIA

 

 

 

 

 

Com o título "Incerteza radical", publicado no caderno de opinião do jornal O Povo, neste sábado, 23 de Maio de 2020, o conselheiro, ex-presidente e atual vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará-TCE, E Gilberto Pontes deixa claro que ninguém tem ideia de quando o novo coronavírus vai passar, mas deixa uma mensagem positiva de que podemos sim fazer muito mais para antecipar o fim desta catastrófica situação que atinge o mundo inteiro. Dr. Edilberto a quem cumprimento por sua competência na vida pública afirma: " Todos queremos saber quando a pandemia vai acabar. Se a economia vai se reativar logo, se os empregos serão recuperados, se os vôos serão normalizados, quando as crianças vão voltar às escolas. Embora haja muitas previsões, a verdade é que ninguém sabe. A incerteza é parte da vida humana, mas no momento ela foi elevada ao paroxismo".


AJUDA DE LIVROS- Afirma ainda Dr. Edilberto Pontes (Foto) que dois livros o ajudaram a escrever o artigo e a pensar mais sobre o que temos de fazer e ou até fazer mais para aplacarmos a terrível pandemia. Sim, segundo Edilberto, "Dois livros têm me ajudado a pensar nesse tempo pandêmico. O primeiro tem o título que escolhi para esse artigo, Incerteza Radical, de Mervyn King e John Kay, economistas britânicos de grande respeitabilidade. Ele foi lançado em 2020, mas antes da pandemia. É a análise sobre o peso do inesperado e da pouca utilidade da teoria das probabilidades em boa parte dos eventos humanos. Na área da medicina, por exemplo, eles lembram o fato de que o resultado da maioria dos tratamentos médicos é incerto, porque embora possa haver fartos dados, as circunstâncias de cada paciente são únicas".


SIM, SAIBA MAIS- Diz Dr. Edilberto: " O segundo é um livro publicado há quase cem anos, de Ortega y Cassete, Em Torno a Galilei, em que o autor ressalta que viver não consiste em ser, mas em acontecer, daí que viver é atuar em mundo que não escolhe, o que dá à vida de cada pessoa um caráter de insegurança e naufrágio permanentes. Mas a mensagem não é necessariamente negativa, uma vez que aponta que as circunstâncias não são apenas dificuldades, mas um conjunto de de problemas e soluções, em que as ações humanas constroem o mundo, que muda constantemente, porque há uns natureza sempre incontrolável, que tem seus movimentos próprios, imprevisíveis e que reage, muitas vezes, de forma brusca, inesperada".


ENFIM, QUANDO A PANDEMIA VAI ACABAR? - No seu belo artigo, que nos chamou muito a atenção pela clareza e verdadeira oração a que podemos fazer mais, o vice-presudente do TCE ressalta: "Quando a pandemia vai acabar e que efeitos deixará depende, portanto, em boa parte, das interações humanas. Do que conseguirmos articular, somar esforços, investir no que importa, adotar os comportamentos corretos. E das circunstâncias que a natureza nos proporcionar. Tudo nos legando aprendizado para um novo tempo. Melhor ou pior. Mas igual incerto porque a incerteza é intrínseca à vida humana".


JUNTOS- Precisamos portanto, estarmos todos irmanados, juntos, na compreensão e realização de todos os atos que sejam em nosso benefício, em favor da segurança das famílias e sociedade como um todo. Ou seja, vamos obedecer às recomendações expressas pelos profissionais da área médica, governos e chefes de famílias responsáveis. E aí, Sim, vamos sair dessa incerteza radical, acabaremos com o novo coronavírus, com esta implacável pandemia que já matou milhares de pessoas no mundo inteiro e, inclusive no nosso Brasil.




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