24 de maio de 2019 às hm
Comissão de Desenvolvimento recebe sugestões de Audic

Identificar os dados sobre as efetivas demandas pelo acesso à água no interior do Estado e mapear as questões de inclusão social mais prementes de resolutividade pelo Poder Público. Eis alguns dos eixos prioritários e estratégicos apontados pelo deputado Audic Mota (Foto, com os companheiros Salmito Filho, Walter Cavalcante e Nezinho Farias) para os trabalhos da Comissão Especial de Desenvolvimento das Regiões de Planejamento do Estado do Ceará. O grupo esteve reunido pela segunda vez, semana passada, para definir e aprovar o seu cronograma de atividades para os prócom os meses de atuação. O deputado Audic Mota (PSB) fez questão, ainda, de pontuar que a Comissão não deva se restringir somente aos levantamentos de dados e à produção de relatórios sobre os temas pertinentes ao planejamento das políticas de desenvolvimento. Para o parlamentar tauaense e que foi na legislatura passada o Primeiro Secretário da Assembleia Legislativa do Ceará , " é necessário que, após o trabalho de campo e dos diagnósticos, seja elaborado o devido texto legislstivo, de forma a construir um marco regulatório capaz de tornar efetiva a instituição dos trabalhos da Comissão na AL".

 

Maior desafio - Na opinião do deputado Audic Mota "o maior desafio da Comissão está para além do trabalho de campo dos parlamentares. Ao final, precisamos subsidiar e produzir peças, textos legislativos. Seja por meio de projeto de iniciativa popular ou dos próprios deputados, o objetivo é construir um marco regulatório a partir da Assembleia. Precisaremos ouvir e debater com o governo e a sociedade Civil, mas não podemos só esperar que a iniciativa volte à Casa na forma de Lei", enfatizou Audic.

 

Obras em Caucaia - Fruto de financiamento inédito conquistado pela Prefeitura de Caucaia junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), as primeiras obras do Programa de Infraestrutura Integrada do Município beneficiarão 11 ruas dos bairros Parque Potira e Araturi, ambos na Grande Jurema. As obras estão divididas em dois lotes. Juntos, eles representam o investimento de mais de R$ 43 milhões em 16,2 quilômetros de malha viária. De acordo com o prefeito Naumi Amorim serão executados os serviços de drenagem, pavimentação, padronização de calçadas, requalificação de passeios e medidas de acessibilidade, além de instalado um novo sistema de iluminação pública.

 

Os lotes - A respeito das obras pode-se dizer que o primeiro lote (1) é composto por 8,3 quilômetros das ruas Acapulco, Galiente, Jorge Guimarães, Central, NE2 e NE3. Já o lote dois (2) tem 7,9 quilômetros de extensão e contempla as ruas Guararapes, Araré, San Diego, Morélia e Jurupari. A expectativa é que as ordens de serviço sejam assinadas ainda neste mês de maio, a fim de que os trabalhos sejam iniciados em seguida.

 

Desmonte da educação - O jornalista, radialista e liderança municipalista Ulisses Lima mostra-se muito preocupado com o que ele chama de "O desmonte da educação: crime contra o povo". E ele afirma: "Primeiro, foi a reforma do ensino médio, arbitrária e obedecendo aos interesses do mercado. Depois, o congelamento por vinte anos dos investimentos em educação. Agora, o corte dos orçamentos das universidades federais. O projeto de distribuição da educação pública brasileira ainda a pleno vapor. O Ministério da Educação vai congelar R$ 5,8 bilhões de seus gastos este ano. Será a sua parte no criminoso corte de R$ 29,5 bilhões dos recursos do Poder Executivo".

 

E mais - Em sua fala de protesto e em apoio aos dirigentes de universidades, pais e alunos o nosso amigo Ulisses Lima dá outros detalhes "do crime contra as universidades " como, por exemplo, instituições de ensino federais, com esta medida, estarão sem um terço (30%) de suas verbas, o que impedirá o pagamento das Contas básicas. Na prática avalia-se que, só conseguirão ficar abertas até agosto. O que virá depois será um caos à Educação do País, lamentavelmente.

 

Pior que Temer - Segundo Ulisses, "Bolsonaro aumenta os estragos de Temer. Esses governos expressam puro desprezo pelo que nosso povo conquistou. Com estes cortes, tentam sufocar a Universidade Pública, que produz tecnologia, remédios, por exemplo. Produz, sobretudo, professores para um país tão carente de escolas e livros. Quem dará aulas nas escolas e colégios por este Brasil a fora daqui pra frente? Destruir as universidades não é só um ataque a servidores, professores estudantes, é um crime contra o povo". Espera-se, portanto, não apenas mobilização como acontece em todo o País, mas que nossas representações políticas, em todas as esperas consigam convencer o Governo Bolsonaro a não concretizar tais cortes”. Estamos atentos.




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