22 de janeiro de 2019 às hm
DESTAQUE POLITICO

Simone oficializa candidatura para comandar Senado

A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), anunciou hoje sua pré-candidatura à Presidência do Senado. Ela vai disputar a indicação dentro da bancada do MDB contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL), hoje favorito para se eleger presidente da Casa pela quinta vez.

Simone tenta alavancar sua candidatura justamente na rejeição política que o nome de Renan tem enfrentado. O procurador Deltan Dallagnol, por exemplo, deflagrou uma campanha pública pelo voto aberto nessa disputa, o que poderia dificultar a vitória de Renan. Apesar disso, o senador alagoano tem votos consolidados entre os partidos de esquerda e nas alas mais tradicionais do Senado. /M.M.

 

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Zema: ‘Calamidade financeira de Minas é a maior do País’

No meio de tantas crises na economia dos Estados brasileiros, o governador Romeu Zema não tem dúvidas em afirmar que a de Minas Gerais supera a de todas as outras unidades da Federação.

“A calamidade financeira de Minas é a maior do País, com previsão de déficit para 2019 de R$30 bilhões. Somente a nossa folha de pagamento compromete 80% dos recursos. É preciso racionalizar os gastos de pessoal para que Minas saia dessa crise e possa investir em áreas essenciais”, afirma Zema. /M.M.

 

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A quebradeira não acaba

O período ruinoso do governo da petista Dilma Rousseff continua refletindo até agora, mais de dois anos depois do seu impeachment. Evidentemente que a quebradeira nos Estados foi causada, em grande parte, por administrações locais sofríveis e sem qualquer responsabilidade com as contas públicas. Mas até governadores de oposição reconhecem que as calamidades financeiras que estão sendo decretadas em vários Estados e a situação gravíssima de tantos outros é também consequência da crise econômica ocorrida no governo Dilma e agravada no seu segundo mandato, quando o País entrou em recessão técnica. /M.M.

 

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Moro quer acordos com a Suíça

O ministro Sérgio Moro (Justiça) disse em Davos que o Brasil vai retomar acordos com a Suíça para cooperação na área judicial. Isso permitiria o acesso do governo e da Justiça brasileiros a dados de contas de brasileiros no País que se encontram congeladas, disse ele ao correspondente do Estadão Jamil Chade. Na Lava Jato houve acordos, mas procuradores suíços dizem que eles não avançaram porque houve resistências e pressões políticas de autoridades brasileiras. “O acordo que temos com a Suíça, ele precisa ser aprofundado. Temos que terminar todas aquelas investigações que temos na Lava Jato e temos que impulsionar, mais uma vez, as descobertas de contas no exterior para guardar dinheiro e também obter a documentação pertinente”, disse Moro.

 

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Moro diz que últimos governos não lutaram contra corrupção

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, falou em palestra em Davos, na Suíça, na manhã desta terça-feira, 22, que é necessária a liderança do governo federal contra a corrupção e que isso não foi visto nas administrações anteriores. Ele defendeu ainda que, da parte do Judiciário, muito foi feito contra a corrupção, mas que é preciso mais, informou o Broadcast Político.

“Nós precisamos de reformas gerais para reduzir o incentivo e as oportunidades de corrupção. Nós precisamos de liderança do governo federal contra a corrupção e nós não vimos isso nos dois últimos governos. Esta é uma das razões pelas quais eu decidi deixar meu cargo de juiz e ir para o governo”, afirmou o ministro.

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‘Senso de urgência é uma palavra de ordem’

O presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, tem um recado bastante claro para o presidente Jair Bolsonaro: é preciso fazer um “choque” nas regras da Previdência, sem gradualismos. “Não dá para deixar de ter senso de urgência”, afirmou em entrevista concedida ao Estadão nesta segunda-feira, 21, direto do Fórum Econômico Mundial de Davos.

Para ele, ainda que Bolsonaro tenha dito que seu discurso nesta terça-feira, 22, será curto, o presidente deve tocar no tema da Reforma da Previdência, que é o sinal mais aguardado pelos investidores estrangeiros para voltarem a colocar recursos no País. “O novo governo, por si só, já é suficiente para mudar a percepção dos agentes – por um tempo. Senso de urgência é uma palavra de ordem. Temos que despautar esse tema este ano”, afirmou.

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Visitas surpresa para ‘mapear problemas’

O presidente Jair Bolsonaro disse que ministros e outros representantes do governo estão percorrendo o País para mapear problemas de responsabilidade da administração pública. Em sua conta no Twitter, Bolsonaro publicou um vídeo que mostra o ministro da Saúde, Luiz Mandetta, em uma visita surpresa a um hospital em Boa Vista, capital de Roraima. No vídeo, Mandetta comenta sobre a situação precária em que o hospital opera. Esse mesmo tipo de visita já foi feito em hospitais no Rio de Janeiro.

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Moro fala em investigar dinheiro venezuelano

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou nesta terça-feira, 22, que o Brasil não descarta tomar medidas para investigar o fluxo financeiro venezuelano no País. Moro garantiu, no entanto, que o governo não atuará apenas por critério político ou sob consideração diplomática, mas com base na Justiça.

Moro indicou, em entrevista ao Estadão, que não quer politizar as decisões. Na semana passada, ele recebeu representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da oposição ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para discutir um rastreamento de possíveis movimentações financeiras e negócios no Brasil de integrantes do governo venezuelano. Moro teria se comprometido a adotar medidas “imediatas” para investigar operações suspeitas.

 

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Bolsonaro: ‘Não queremos uma América do Sul bolivariana’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou durante sessão de perguntas no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que o Mercosul precisa ser aperfeiçoado. Em resposta ao presidente do Fórum, Klaus Schwab, o brasileiro destacou que vários políticos alinhados à centro-direita foram eleitos na América do Sul. E disse que esse é um sinal de que não há espaço para a esquerda na região.

“Estamos preocupados em fazer a América do Sul grande, com cada país mantendo sua soberania. Não queremos uma América do Sul bolivariana”, disse. “Mais partidos de centro-direita têm sido eleitos na América do Sul. Isso é sinal de que a esquerda não prevalecerá na região”, disse.

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Prorrogada atuação de Força Nacional em RN, SE, RS

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, prorrogou por 60 dias a presença da Força Nacional nos Estados de Rio Grande do Norte, Sergipe e Rio Grande do Sul. A medida foi publicada nesta terça-feira, 22, no Diário Oficial da União. Segundo o decreto, o ministro levou em consideração pedidos dos governadores dos três Estados.

A Força Nacional de Segurança Pública está presente no Rio Grande do Norte três desde dezembro de 2018 e em Sergipe desde fevereiro de 2017. No Rio Grande do Sul, está desde agosto de 2016, informou o Broadcast Político.

 

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Simone vê interferência de Onyx em disputa no Senado

A senadora Simone Tebet, disse nesta terça-feira, 22, que vai disputar a presidência da Casa depois de receber sinalizações de uma “interferência” do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), em prol de seu partido, o Democratas, na eleição da casa. “Acho que tem um ruído de interferência da Casa Civil aqui no Senado e isso foi uma das razões que entendi que tinha que colocar minha candidatura: para ver se realmente o governo está preterindo o MDB”, disse.

Para a senadora, o MDB tem direito a ficar com a presidência do Senado por ter eleito a maior bancada da Casa nas eleições de 2018. Caso o DEM, de Onyx, decida desrespeitar essa regra, o partido poderá prejudicar a votação de reformas importantes, como a da Previdência. Nos bastidores, Onyx vem estimulando o senador Davi Alcolumbre (DEM) a conquistar os votos necessários para vencer a disputa. “Eles estão equivocados e estão prejudicando o governo porque eles são governo. Estão colocando a presidência do Senado como um fim em si mesmo e estão esquecendo da governabilidade”, criticou.

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‘O homem destinado a mudar o Brasil para melhor’

Artigo no site Americas Quaterly desta segunda-feira, 21, apresenta aos participantes do Fórum Econômico Mundial “o homem que parece destinado a mudar o Brasil para melhor”. A publicação diz que ele foi capaz de montar uma equipe de primeira linha e o descreve como “brilhante e disciplinado”. O homem em questão é Paulo Guedes. O texto lembra que Guedes não o presidente do Brasil, e que Jair Bolsonaro, desde que assumiu, cometeu uma série de gafes em suas declarações.

O texto tenta responder duas perguntas: o quanto Guedes vai aparecer no governo e o quanto as “outras questões” que permeiam o governo vão ter espaço. A publicação adverte que o verdadeiro teste do governo virá quando o Congresso retornar às atividades. A partir daí, se as manchetes forem sobre aposentadoria e períodos de transição, então a economia do Brasil pode de fato estar voltando. Mas se os jornais estiverem falando sobre tiroteios, a cor da roupa que crianças devem usar ou escândalos familiares, então as expectativas sobre o País devem ficar até o encontro em Davos no próximo ano. No mínimo.

COM POIO DO O ESTADO DE SP




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