01 de agosto de 2018 às hm
DESTAQUE POLITICO

ANÁLISE: Alianças não são para quem quer, só para quem pode

Na convenção que o lançou ao governo de São Paulo, o ex-prefeito João Doria deu uma resposta que pode parecer atrevida, mas é simplesmente verdadeira, às críticas contra a aliança do também tucano Geraldo Alckmin com o Centrão: “Quem advoga contra alianças é quem não conseguiu fazer”.

Marina Silva (Rede) pode até não vestir a carapuça, já que ela enfrenta dificuldades com seu próprio partido e tem sido seletiva nas suas conversas com outras siglas, como o PDT de Ciro Gomes.

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Um retrato dos partidos

O Partido dos Trabalhadores (PT) diz ter 2,19 milhões de filiados, mas conseguiu arrecadar até agora apenas R$ 440,8 mil de cerca de 4,6 mil doadores por meio do sistema virtual de doações para a campanha eleitoral à Presidência - a chamada “vaquinha online” -, mostra levantamento recente do Estado. Esses números expõem a dificuldade que mesmo partidos muito bem estruturados e com uma militância numerosa e aguerrida, como o PT, estão enfrentando para convencer seus eleitores a financiar sua campanha - reflexo não só da falta de uma cultura de envolvimento dos cidadãos com os partidos que dizem representá-los, mas também da incapacidade da maioria das legendas de sustentar uma atuação política sólida e ideologicamente coerente.

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O ralo do dinheiro público

O buraco da Previdência continua engolindo facilmente o dinheiro juntado pelo governo em seu esforço de economizar e arrecadar. Esse empenho garantiu ao Tesouro um superávit de R$ 98,70 bilhões nos 12 meses terminados em junho. Não sobrou um centavo para uma celebração. Muito maior, o sumidouro do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), um déficit de R$ 190,40 bilhões, condenou o governo central, nesse período, a um saldo negativo de R$ 92,40 bilhões nas contas primárias. O cálculo inclui um pequeno déficit (R$ 715 milhões) do Banco Central (BC). Juros e custos de amortização ficam fora do balanço primário. Como os governos de Estados e municípios e as estatais conseguiram saldo positivo, o conjunto do setor público foi deficitário em R$ 89,82 bilhões.

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Em 2/3 das cidades do país, partidos não declararam despesas de 2017

Por Lucas Gelape, G1

Em duas de cada três cidades do país, não há nem sequer um partido que tenha declarado despesas realizadas em 2017. É o que mostra levantamento feito pelo G1 tendo como base as prestações de contas partidárias, geradas pelo Tribunal Superior Eleitoral em com informações declaradas até 28 de julho.

Trata-se do primeiro ano em que essas informações estão em um banco de dados disponível ao público. Isso foi possível devido à implementação do Sistema de Prestação de Contas Anual (SPCA).

O prazo inicial para a apresentação das contas era 30 de abril. O TSE, no entanto, concedeu mais 90 dias para os partidos retificarem ou complementarem as contas, motivado por pedido de um grupo de partidos para suspender o uso do SPCA devido a dificuldades no envio de informações e necessidade de ajustes no sistema. O prazo termina neste domingo (29). Agora, a Justiça Eleitoral iniciará o exame dessas contas.

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'Novo Cangaço' deixa cidades do sertão da BA sem dinheiro

João Pedro Pitombo / folha de sp
INTERIOR DA BAHIA

Foi em em dezembro de 1929 que Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, passou pelas cidades de Cansanção e Queimadas, na região nordeste da Bahia, acompanhado de outros 15 homens do seu bando.

Na primeira cidade, barbeou-se, perfumou a si a e a seus cavalos e acabou com os estoques do conhaque Macieira de 5 Estrelas, o seu preferido. Na segunda, matou sete policiais, roubou 22 contos de reis e ainda ordenou que fizessem um baile em sua homenagem.

Oito décadas após sua morte, em 28 de julho de 1938, o fantasma de Lampião continua a assombrar Cansanção, Queimadas e outras cidades do Nordeste. Desta vez, por meio de bandos armados que invadem cidades e assaltam bancos, numa modalidade de crime que ficou conhecida como “novo Cangaço”

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A dura realidade da saúde

O Estado de S.Paulo

Finalmente, começa-se a avançar na solução do problema da judicialização da saúde, que se agravou muito nos últimos anos e acarreta distorções no atendimento à população e sérios prejuízos aos cofres públicos. Embora ainda falte um bom caminho a percorrer nesse sentido, vem crescendo o número de magistrados que recorrem ao sistema de informação técnica, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para orientar suas decisões sobre medicamentos e tratamentos – que não constam da lista do Sistema Único de Saúde (SUS) ou então são mais caros do que os oferecidos por ele –, cujo fornecimento gratuito é solicitado à Justiça.

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As transformações no campo

O Estado de S.Paulo

Aumento do número de tratores, maior emprego de defensivos e insumos, crescimento de mais de 50% no número de estabelecimentos que utilizam irrigação e notável busca de acesso à internet (aumento de 1.790% no total de produtores que utilizam a rede mundial de computadores) estão entre as mudanças no campo que explicam o espetacular crescimento da produção agropecuária nos últimos anos mesmo com um aumento muito mais modesto da área cultivada e a redução da mão de obra empregada. Dados preliminares do Censo Agropecuário 2017 que acabam de ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que se produz proporcionalmente muito mais por área plantada e por trabalhador empregado. São esses avanços que asseguram posições cada vez mais destacadas do Brasil na produção e no comércio mundial de produtos agropecuários e saldos comerciais expressivos para o País.

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Doenças da desigualdade: as dores que o Brasil não vê

RIO — O Brasil vê em 2018 pobreza e desigualdade crescerem e, com elas, as doenças que se alimentam da miséria. O país mergulhou num abismo sanitário, manifestado na maior epidemia de febre amarela em um século, a volta do sarampo e da vulnerabilidade à pólio e o aumento da mortalidade infantil. Porém, outras infecções, o aumento de casos de malária e hanseníase mostram que o débito com as doenças associadas à pobreza é alto e está à espera do próximo governo. As “Estatísticas Mundiais de Saúde de 2018”, da OMS, colocam o Brasil entre os países com menor fatia do orçamento para a saúde. Segundo a OMS, são 7,7% do orçamento brasileiro contra uma média mundial de 9,9%. Nas Américas, a média é de 12%. A hanseníase demonstra o peso da miséria e da negligência. Voltou a aumentar enquanto deveria estar erradicada desde 2015, se cumprida a meta da Organização Mundial de Saúde. O país é o segundo no mundo em casos da doença, diretamente associada às más condições de habitação, higiene e saneamento — no Brasil, só 43% da população têm coleta e tratamento de esgoto. Em 2017, o Brasil registrou 26.800 casos de hanseníase (os números ainda não foram fechados pelo Ministério da Saúde), atrás somente da Índia. 

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Ciro discorda da estratégia do PT de levar candidatura de Lula às últimas consequências

Marcelo Osakabe, O Estado de S.Paulo

O pré- candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta sexta-feira discordar da estratégia do PT de manter, mesmo que sub judice, a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva até as últimas consequências. Para o ex-governador, a tática "não respeita o momento grave" que o País está passando.

"Penso que a estratégia do PT não respeita o momento grave que a população brasileira está passando. Se for correto o senso comum que a lei da ficha limpa vai prevalecer, o que está se promovendo é um grande teatro para comover o povo brasileiro e lá na véspera da eleição, o Lula eleger outro presidente por procuração", disse. "E o Brasil aguenta outro presidente por procuração?"

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ATÉ AMANHÃ. FAMILIA A BASE DE TUDO





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