29 de setembro de 2016 às hm
Disputas nas capitais da Região Sudeste

A Região Sudeste é a mais rica e populosa do Brasil. Seus estados são: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. A região faz divisa com a Região Nordeste ao norte, com o oceano Atlântico ao leste, ao sul com a região Sul, e a oeste com a Região Centro-Oeste. Apesar de ser a região mais populosa do país, possui densidade demográfica de 84,21 hab./km² e ocupa apenas 11% do território nacional.

Com 55% de eleitorado feminino, Vitória não tem nenhuma candidata à prefeitura

Mais de 232 mil eleitores estão aptos para participar do pleito que escolherá, no dia 2 de outubro, o novo prefeito de Vitória. Destes, 55% são mulheres. A capital do Espírito Santo, no entanto, não registra nenhuma candidata do sexo feminino na disputa pelo poder executivo municipal. Disputam o cinco candidatos: Amaro Neto (SD), André Moreira (PSOL), Lelo Coimbra (PMDB), Luciano Rezende (PPS) e Perly Cipriano (PT).

A eleição deste ano marca também uma queda incomum do número de eleitores: no pleito de 2012, 255 mil eleitores estavam aptos a votar, contra 232 mil neste ano. Segundo o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é a primeira vez desde 2008 que o quantitativo de pessoas aptas a votar cai. A maior mudança se deu na faixa etária entre 21 e 44 anos, que reduziu de aproximadamente 130 mil eleitores em 2012 para 115 mil este ano. No grupo entre 60 e 69 anos, porém, houve aumento de 24 para 28 mil.

Conforme os dados informados à época do cadastro eleitoral, 31,7% dos eleitores possuem ensino superior completo; 9,6% tiveram acesso ao ensino superior, mas não concluíram ainda ou abandonaram. Os eleitores que tem ensino médico completo ou incompleto somam 37,5% e aqueles que tem no máximo o ensino fundamental representam 21%.

Disputa

Atual prefeito da capital capixaba, Luciano Rezende (PPS) pleiteia um segundo mandato. Para isso, ele conseguiu ampliar as alianças políticas que lhe garantiram a vitória em 2012. Se naquela ocasião ele contou com a apoio de sete legendas, dessa vez sua coligação reuniu 12 partidos. O PSB indicou o nome de Sérgio Sá como vice da chapa.

Uma outra articulação, de dez partidos, lançou o nome do deputado estadual Amaro Neto (SD) que, em 2014, foi o candidato mais votado para a Assembleia Legislativa do Espírito Santo com 55,4 mil votos. Roberto Ribeiro (PDT) é o vice na chapa.

A coligação de Amaro Neto conta ainda com com dois partidos que participaram do atual mandato de Luciano: o PTN e o PR. Na eleição de 2012, o PR havia indicado Waguinho Ito como vice de Luciano. Em 2013, porém, o vice-prefeito se transferiu para o PPS e se tornou correligionário do prefeito capixaba.

O PSC e o PRP são outros dois partidos que também integraram o atual governo, mas decidiram agora por novos caminhos. As legendas participam de uma coligação de sete partidos que lançou o deputado federal Lelo Coimbra (PMDB). Seu vice é o presidente do PSDB de Vitória, Wesley Goggi.

Perly Cipriano (PT) e André Moreira (PSOL) não conseguiram agregar outras legendas para uma coligação e se candidatam em chapas puro-sangue, isto é, quando o vice pertence ao mesmo partido. Ex-vereador da capital capixaba e ex-deputado estadual do Espírito Santo, Perly tem como vice Izabel Lima, conhecida como professora Bel.

Já o advogado e ativista dos direitos humanos André Moreira terá como vice a servidora aposentada do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Brice Bragato. Ela já foi vereadora no município de Serra (ES) pelo PT, partido do qual se desvinculou em 2005. Posteriormente ela se filou ao PSOL.

Para o cargo de vereador, Vitória registra 245 candidatos, que disputam 15 vagas.

 

Eleição para prefeitura de BH tem candidatos mais jovens e recorde de inscritos

A disputa pela prefeitura de Belo Horizonte tem, neste ano, recorde de chapas considerando as eleições municipais desde 1988. São 11 candidatos: Alexandre Kalil (PHS), Délio Malheiros (PSD), Eros Biondini (PROS), João Leite (PSDB), Luís Tibé (PTdoB), Marcelo Álvaro Antônio (PR), Maria da Consolação (PSOL), Reginaldo Lopes (PT), Rodrigo Pacheco (PMDB), Sargento Rodrigues (PDT) e Vanessa Portugal (PSTU). Até então, a eleição de 2000 registrava o maior número de concorrentes, quando dez nomes foram apresentados para disputar o poder executivo da capital mineira.

A quantidade de candidatos ao cargo de vereador também cresceu. Saltou de 1.287 em 2012 para 1.444 neste pleito. Eles disputam 41 vagas.

A eleição de 2016 marca ainda um rejuvenescimento na faixa etária dos candidatos. Cinco dos 11 candidatos tem entre 35 e 45 anos. Em 2012, esta faixa etária tinha apenas candidata – Vanessa Portugal, que também concorreu ao cargo naquele ano. Além disso, na última eleição municipal, três dos sete nomes que entraram na disputa tinham 60 anos ou mais, enquanto nesta edição João Leite é o único sexagenário.

Eleitores

Belo Horizonte tem 1,92 milhão de eleitores, sendo 54,17% dos sexo feminino, o que contrasta com o perfil dos candidatos já que há apenas duas mulheres entre os 11 nomes que disputam a prefeitura.

Entre os candidatos a vereador, 68,6% são do sexo masculino. Em comparação com 2012, o eleitorado caiu em todas as faixas etárias abaixo de 34 anos e cresceu nas acima de 35 anos. A faixa etária que mais concentra eleitores (25,26%) tem entre 45 e 59 anos.

Segundo dados informados à época do cadastro eleitoral, 37,98% da população apta a votar têm ensino fundamental completo; 45,5% dos eleitores têm ensino médio incompleto ou completo; 11,29% dos eleitores têm ensino superior completo e 5,17% estão cursando ou abandonaram o ensino superior.

Candidatos

O candidato que representa o atual mandato é o vice-prefeito Délio Malheiros (PV). Embora o PSB do prefeito Márcio Lacerda tenha ensaiado uma candidatura própria, não conseguiu articular alianças e, de última hora, a legenda aprovou o apoio a Délio e a indicação do vice na chapa.

Duas candidaturas são de pessoas que foram projetados para a política por meio do futebol e que têm sua trajetória ligada ao Atlético Mineiro. João Leite (PSDB) foi goleiro na década de 1980 e Alexandre Kalil (PHS) foi presidente do clube entre 2008 e 2014, período em que o time conquistou a Copa Libertadores (2013), considerado o maior título do clube. Enquanto Kalil participa de sua primeira eleição e tenta se apresentar como bom gestor, João Leite apresenta seu vasto currículo político com mandatos de vereador em Belo Horizonte e de deputado estadual em Minas Gerais. Ele também já disputou a prefeitura em 2000 e 2004, terminando na segunda colocação em ambas as vezes.

Maria da Consolação (PSOL) e Reginaldo Lopes (PT) são os mais enfáticos ao se posicionarem sobre o atual quadro da política nacional. Tanto nos materiais gráficos, como nos programas radiofônicos e televisivos, eles classificam de golpe o processo que levou ao impeachment de Dilma Rousseff.

Por sua vez, o atual deputado federal Luis Tibé (PTdoB) se coloca como o representante da coligação mais ampla, com oito partidos: PTdoB, PRP, PSL, PTC, PEN, PPL, SD, PMB. Já Eros Biondini (PROS), deputado federal e líder da Renovação Carismática Católica, e Vanessa Portugal (PSTU), que encara a disputa pela quarta vez consecutiva, são candidatos em chapas chamadas puro-sangue, isto é, seus vices pertencem ao mesmo partido. O atual deputado federal Rodrigo Pacheco (PMDB) também tem um vice correligionário, embora sua coligação conte ainda com o PSC e PTN.

Marcelo Álvaro (PR) optou por uma campanha virtual e alega fazer política sem militância paga e carro de som nas ruas. Já Sargento Rodrigues (PDT), que conseguiu viabilizar a candidatura após conflitos internos no partido, tem dado peso às propostas para a área de segurança urbana.

 

Mulheres são maioria entre os 4.898.045 eleitores do Rio de Janeiro

Com 11 candidatos à prefeitura, o município do Rio de Janeiro tem 4.898.045 de pessoas que irão às urnas no próximo dia 2 de outubro, representando 39,45% do eleitorado do estado, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desse total de votantes na capital, 54,55% (ou 2.671.694) são mulheres; 45,34% são homens (2.220.601); e outros 5.750 eleitores não declararam o sexo.

A maioria dos votantes no Rio está na faixa de 25 a 59 anos, sendo que o maior contingente tem entre 45 e 59 anos: 557.842 são homens e 668.919, mulheres. Os jovens com 16 anos de idade que participarão este ano de sua primeira eleição mostram estabilidade entre os sexos:  2.632 são homens, enquanto 2.623, mulheres. Entre os jovens com 17 anos, o número sobe para 9.421 eleitores do sexo masculino e 9.168, do sexo feminino.

A maior parcela dos eleitores apresenta ensino médio incompleto, alcançando 1.177.936 pessoas. Em seguida, aparecem aqueles com ensino fundamental incompleto (1.051.990) e, depois, com ensino médio completo (1.011.966). Os partidos políticos que mostram mais eleitores filiados são PDT (80.483 pessoas), PMDB (65.162), PSDB (53.803) e PT (52.753).

Candidatos

Entre os 11 candidatos à prefeitura carioca, quatro são deputados federais (Alessandro Molon, Jandira Feghali, Índio da Costa e Pedro Paulo), um senador (Marcelo Crivella), e três deputados estaduais (Flávio Bolsonaro, Osório e Marcelo Freixo). Os demais não ocupam cargos públicos.

Alessando Molon, do partido Rede, coligação Todos pelo Rio, é natural de Belo Horizonte (MG), onde nasceu no dia 28 de outubro de 1971. Casado, tem curso superior. O patrimônio declarado à Justiça Eleitoral é de R$ 1.764.986,17. Recebeu recursos no total de R$ 105.652,50.

A empresária Carmen Migueles é do partido Novo. Casada, tem curso superior e nasceu em Petrópolis, região serrana fluminense, no dia 7 de fevereiro de 1963. Recebeu R$ 35,570,94 e sua lista de bens soma R$ 2.182.104,74.

Com curso superior completo, casado, Marcelo Crivella, do PRB, é natural da capital do estado do Rio de Janeiro, onde nasceu no dia 9 de outubro de 1957. Sua coligação é Por um Rio Mais Humano. Total de recursos recebidos: R$ 2.929.300,00. Patrimônio de R$ 701.651,81.

O professor do ensino superior Cyro Garcia se declara negro, é solteiro e natural do município de Manhumirim (MG), onde nasceu no dia 26 de outubro de 1954. Seu partido é o PSTU, sem coligação. Recebeu R$ 5.880,01 e tem patrimônio declarado de R$ 216.000.

Casado, Flávio Bolsonaro, do PSC, é o mais jovem dos candidatos a prefeito do Rio de Janeiro, onde nasceu no dia 30 de abril de 1981. Defende a coligação O Rio Precisa de Força para Mudar. As doações recebidas somam R$ 335.000 e a lista de bens, R$ 1.454.218,06.

Também natural do Rio, o candidato do PSD, Índio da Costa, tem curso superior completo. Nasceu no dia 20 de outubro de 1970. A coligação é Juntos pelo Carioca. Tem o patrimônio declarado mais elevado (R$ 11.839.746,19) e recebeu R$ 792.060 para a campanha.

Jandira Feghali, do PC do B, coligação Rio em Comum, nasceu no Rio, no dia 17 de maio de 1957. É divorciada. Tem curso superior. O total de recursos recebidos atinge R$ 194.807,85. Seu patrimônio soma R$ 550.399,68.

Marcelo Freixo apresenta o menor valor de patrimônio declarado à Justiça Eleitoral: R$ 5.000. Recebeu como recursos R$ 492.609,92. Nascido em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, em 12 de abril de 1967, tem curso superior completo. Seu partido é o PSOL, coligação Mudar é Possível.

Outros nomes

O candidato Osório, do PSDB, é o único sem curso superior. Tem curso médio completo, é casado e nasceu na capital do estado no dia 20 de outubro de 1965. Sua coligação é Rio de Oportunidades e Direitos. Os recursos recebidos somam R$ 746.000 e declara patrimônio é de R$ 846.419,19.

Pedro Paulo, do PMDB, mostra o maior volume de recursos recebidos - R$ 7.427.697,77. Economista, com curso superior completo, é casado. Sua coligação é Juntos pelo Rio. Nasceu no município do Rio de Janeiro em 29 de junho de 1972. O patrimônio atinge R$ 483.123,70.

A pedagoga Thelma Bastos tem a candidatura indeferida com recurso. Casada, tem curso superior completo. Nasceu em Gama, no Distrito Federal, no dia 23 de novembro de 1975. Seu partido é o PCO. Não tem coligação, não recebeu nenhuma doação para campanha e não apresenta nenhum bem cadastrado.

O estado do Rio de Janeiro tem 431 candidatos a prefeito para seus 92 municípios e 21.394 candidatos às Câmaras de Vereadores.

 

8,88 milhões de pessoas irão às urnas em São Paulo no dia 2 de outubro

Os 8,88 milhões de eleitores aptos a votar na cidade de São Paulo poderão escolher no próximo dia 2 de outubro entre 11 candidatos a prefeito. Foram registradas 1.313 candidaturas para a Câmara Municipal, que conta com 55 membros vereadores.

As impressões digitais vão identificar quase um terço (28,9%) dos eleitores paulistanos. Estão cadastradas biometricamente 2,57 milhões de pessoas na capital paulista. E as mulheres são maioria (54%).

Em relação à escolaridade, apenas 10,6% do total, ou seja, 942,6 mil eleitores, têm o nível superior completo. Concluíram o ensino médio 23,3% dos aptos a votar na cidade de São Paulo – 2 milhões de pessoas. São analfabetos 2,1% (191,2 mil) e completaram o ensino fundamental 8,4%, 747,2 mil eleitores. Com o ensino médio incompleto tem-se 1,94 milhão de eleitores (21,9%) e sem concluir o fundamental, 1,92 milhão (21,6%).

Os eleitores entre 20 e 34 anos representam 32,26% do total. Estão na faixa com até 19 anos, 3,64% dos aptos a votar nestas eleições. Aqueles entre 35 e 54 anos representam 38,39% dos participantes do pleito. Os com 65 anos ou mais são 13,78% do total.

Mais homens

Os candidatos do sexo masculino são dois terços (67,64%) dos que disputam uma vaga na Câmara Municipal, totalizando 903 homens, contra 410 mulheres. Entre os que se registraram na tentativa de se tornar vereador em São Paulo, se declararam brancos 862 – 64,57%. Se disseram pardos 265 (19,85%), pretos 165 (12,36%), amarelos 17 (1,27%) e indígena 4 (0,3%).

A escolaridade dos candidatos a vereador é consideravelmente mais elevada do que o do eleitorado do município. Do total de inscritos, 47,64% têm ensino superior, 25,32% concluíram o ensino médio e 7,79% estudaram até o fim do ensino fundamental. Entre os registrados, 28, representando 2,1% do total, declararam que apenas sabem ler e escrever.

Candidatos a prefeito

Entre os candidatos que disputam a prefeitura da capital paulista, três já ocuparam o cargo.

O atual prefeito Fernando Haddad (PT) busca a reeleição para mais um mandato de quatro anos. Professor universitário, com 53 anos, é formado em Direito pela Universidade de São Paulo. Na mesma instituição, concluiu mestrado em Economia e doutorado em Filosofia. Foi ministro da Educação durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Marta Suplicy, 71 anos, esteve à frente da prefeitura paulistana entre 2000 e 2004. Formada em Psicologia, atualmente exerce o cargo de senadora pelo PMDB. Foi, no entanto, eleita em 2010 pelo PT, partido do qual se desfiliou em 2015. Também exerceu o cargo de ministra da Cultura no governo Dilma Rousseff e de ministra do Turismo no governo Lula.

Luiza Erundina foi prefeita da capital paulista entre 1989 e 1993, à época filiada ao PT. Foi eleita quatro vezes para a Câmara dos Deputados, onde exerce atualmente mandato pelo Psol. Antes, passou pelo PSB, partido no qual esteve desde que deixou o Partido dos Trabalhadores, em 1998. Com 81 anos é a mais velha entre os que disputam a prefeitura este ano.

Celso Russomanno, com 60 anos, exerce atualmente o quinto mandato como deputado federal pelo PRB. Em sua carreira política, passou pelo PFL (atual DEM), PSDB e PP. Conhecido pelo trabalho na televisão, foi repórter do programa policial Aqui e Agora e atualmente apresenta um quadro sobre direitos do consumidor. Está em sua segunda disputa pela prefeitura da capital paulista.

O empresário João Doria (PSDB) disputa nesta eleição o primeiro cargo eletivo. Tem 58 anos, é formado em Jornalismo e foi ainda apresentador de televisão. Foi secretário de Turismo da capital paulista na gestão do então prefeito Mário Covas e presidente da Embratur Empresa Brasileira Turismo (Embratur) no governo do presidente José Sarney.

Outros concorrentes

Também empresário, Ricardo Young, 59 anos, atualmente exerce mandato de vereador pela Rede. Foi eleito em 2012 pelo PPS. Foi ainda presidente do Instituto Ethos e, em 2010, ficou em quatro lugar na eleição para o Senado por São Paulo.

O policial militar Major Olímpio, 54 anos, exerce atualmente mandato de deputado federal pelo Solidariedade. Foi duas vezes deputado estadual em São Paulo pelo PDT e pelo PV.

O candidato do PSTU, Altino Melo, 49 anos, é presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.

Levy Fidelix disputa pelo PTRB. O jornalista, tem 65 anos e já concorreu a diversos cargos públicos, incluindo a própria prefeitura de São Paulo e a Presidência da República. É conhecido especialmente pelo projeto do Aerotrem, uma espécie de trem-bala para ligar regiões metropolitanas.

Pelo PSDC, disputa o empresário João Bico, de 49 anos, que possui negócios na área de iluminação. O PCO lançou o agente postal Henrique Áreas, de 31 anos.

Com informações da Agência Brasil




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